Solstício de Verão - Dia Internacional do Yoga


A criação deste Dia do Yoga, Comemorado em Junho, 21, Solstício, e a sua oficialização em 2014, Dezembro, pelas Nações Unidas (por proposta de Shrí Narendra Modi, Primeiro Ministro da Índia, em Setembro desse mesmo Ano), foi o motivo pelo qual o Governo da Índia agraciou Amrta Súryánanda, a 8 de Abril de 2015, com o Padma Shrí Award - a mais alta distinção Civil da Índia (raramente atribuída a um estrangeiro, e nunca antes a um Português).
Foi também esta a razão porque Amrta Súryánanda foi o único Mestre do Yoga do Mundo a estar presente na Assembleia Geral da ONU, em New York, no momento da votação e da Aprovação da Resolução (como convidado oficial dos Governos da Índia e de Portugal).
Jagat Guru Amrta Súryánanda Mahá Rája, na altura, Presidente do Yoga Sámkhya Instituto / Associação Lusa do Yoga, finalmente em 2001 convidou o Mundo a criar no Solstício de Junho 21, um Auspício Cósmico, o Dia da Luz, o maior dia do Ano (no hemisfério Norte), o Primeiro Dia Global da Humanidade, a que chamou o Dia do Yoga.

Curiosamente, hoje pratiquei yoga e pela primeira vez consegui levantar-me sem o auxilio das mãos, passando da posição sentada - padmāsana (flor de lótus) - para a posição de pé (fazendo força com os pés no chão e dando impulso).
Algo que ando a tentar desde o inicio da minha prática, algo que cheguei a pensar que nunca iria conseguir (não que seja algo extraordinariamente difícil, mas não estava mesmo a conseguir). 
Mais uma prova que a prática leva ao aperfeiçoamento e não vale a pena desistir, temos mesmo é de insistir.

Feliz solstício e feliz dia da Luz.

ॐ नमः शिवाय

Om Namah Shivaya 



Isto da vida em sociedade

Estava eu, cerca das 8:45, na fila para comprar um bilhete de autocarro (com saída às 9h) quando aparece na fila uma senhora, com mais de 60 anos.
Reparei que pediu à rapariga da minha frente para passar à frente dela, pois tinha de apanhar o autocarro. Esta respondeu-lhe que estava na fila para o mesmo autocarro e não lhe deu prioridade.
De seguida pediu-me a mim. Perguntei qual o autocarro que iria apanhar, era o meu, das 9h. O terminal fica a cerca de 10 m (se calhar nem tanto) da bilheteira, a senhora queria mesmo passar à frente (pelo que acabaram por lhe vender o bilhete ao mesmo tempo que o meu).
Eu fui-me sentar à espera, a senhora dirigiu-se, com o marido, para o terminal de autocarros.
Entretanto chegou outro autocarro ao mesmo terminal, se não fosse o motorista ter confirmado o destino no bilhete lá aquele casal tinha seguido para destino errado (já que se posicionaram em frente à porta, passando à frente de outras pessoas ali presentes).
Claro que quando chegou o nosso autocarro, aquele casal foi o primeiro a embarcar.

Algumas duvidas se impuseram:
  • Será que deveria ter oferecido "prioridade"? Note-se que, aparentemente, aquela senhora não apresentava qualquer limitação física (nem solicitou prioridade, apenas pediu para passar à frente, por ter pressa). 
  • Será a atitude dela, de querer passar à frente numa fila para adquirir bilhetes e passar mesmo à frente de outros passageiros que iam embarcar, um sinal de falta de educação? Ou será que a "velhice" trás destes medos, de não conseguir cumprir certas tarefas em tempo útil (por exemplo, entrar para um autocarro)?
No mesmo autocarro embarcou um senhor, aparentemente mais velho, vestido sobriamente. Este deu primazia às senhoras, que estavam junto a ele. como a boa educação antigamente dizia para se fazer (hoje em dia talvez uma qualquer "feminista" se alterasse perante tal atitude). Uma atitude bem distinta da anterior.

Note-se que se não desse prioridade às senhoras também não haveria qualquer problema, apesar de eu achar que continua a ser um gesto bonito em algumas situações: por exemplo, duas pessoas que se aproximam de uma mesma porta, eu considero de boa educação dar prioridade a pessoas mais velhas ou com algum tipo de dificuldade motora (ou que têm as mãos ocupadas, seguram volumes grandes e/ou pesados, etc.) ou às senhoras, em detrimento dos homens. (talvez seja uma mentalidade de bota de elástico* mas...).

* pessoa considerada antiquada no que diz respeito aopiniões, costumes ou aparência exterior; pessoa avessa ao progresso



Tenho andado ausente

Neste mês de Maio pouco escrevi, por um lado não achei que tivesse muito que dizer, por outro andei numa roda viva, entre trabalho (agravado pelo facto de uma colega estar de baixa) e actividades com os miúdos e/ou relacionadas com os miúdos.

O mês de Junho aproxima-se a passos largos, finalmente será a festa de finalistas do Z. (nos últimos tempos as reuniões e ensaios têm-se intensificado) e a festa da B., com baile de finalistas incluído!

Os meses de primavera também significam mais trabalho para o pai cá de casa, o que se reflecte em menos apoio para a mãe, logo mais cansaço.

Coisas boas: este mês fui a todas as aulas de Yoga, fiz algum exercício (apesar de não ter perdido cm ou peso), fiz algumas arrumações e destralhei alguns objectos e roupas.

Espero que Junho traga dias mais quentes, que aumentem a moral e elevem o estado de espírito, faz-me falta o sol e o calor!

Embrulhos e laços mais sustentáveis

Hoje recupero este post do outro blog Como fazer embrulhos de natal (ou outras festividades) mais ecológicos e económicos, dica que contin...