"em vez de andarmos a falar mal dos outros, deveríamos era falar bem de nós, não fazendo juízos de valor das acções dos outros"
Esta frase foi-me dita hoje, pelo responsável de um restaurante onde me dirigi em trabalho. Já nem sei a que propósito, seria talvez por estarmos a falar do novo ano, desejar felicidades e tal, mas foi uma grande verdade que esse senhor me disse, algo que nos fez (a mim e à minha colega) pensar.
Quantas vezes não damos por nós, mesmo que inconscientemente, a invejar os outros, a falar mal (nem que seja só um bocadinho bem pequenino)...
Na verdade, deveríamos-nos concentrar em nós, valorizando o que temos de bom e fazemos bem... sermos mais positivos, sem invejar (ou menosprezar) o que os outros fazem ou têm.
Um bom fim-de-semana a todos!
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
terça-feira, 27 de novembro de 2018
Hoje a minha B. é bebé
11 anos se passaram desde que te conheci no hospital... na verdade, só amanhã farão 11 anos, já que nesse dia foste para a incubadora e não te pude ver.
11 anos se passaram desde que surgiu uma nova Maria, a Maria-mãe-mamã-mamaaaaã...
Parabéns pequena big B.!
11 anos se passaram desde que surgiu uma nova Maria, a Maria-mãe-mamã-mamaaaaã...
Parabéns pequena big B.!
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Viagem à Eurodisney - A segurança
No capítulo segurança tenho poucos apontamentos a fazer, no aeroporto fazem o controlo "habitual": bagagens passam no raio-x, pessoas no detector de metais. À vinda para cá ainda presenciámos uma situação caricata, uma senhora com algum grau de incapacidade (usava cadeira de rodas, apesar de se levantar e caminhar) teve inclusivamente de retirar os seus sapatos, por terem fivelas em metal (isso e uma parafenália de pulseiras, colares e outros adereços).
No hotel existe igualmente controlo de bagagem e controlo de metais/armas/nem sei bem o que controlavam. Apesar das óbvias vantagens e de compreendermos perfeitamente o porquê, tornava-se um bocado chato quando, acabados de sair do hotel para irmos para a paragem, um dos miúdos se lembrava que tinha de ir até ao wc... ups!
Na disney o esquema é semelhante, mochilas e outros volumes passam no raio-x, pessoas no detector de metais.
No entanto, um dos meus maiores receios era um dos miúdos se perder. São três e nós apenas dois, já se sabe que é fácil distraírem-se e ficarem para trás. Assim, fiz um colar com uma placa com o nome deles e contacto do pai/mãe, com os respectivos indicativos internacionais. A placa fiz redonda e em EVA, onde colei de um lado uma imagem, do outro as informações que pretendia (a ideia de placa redonda foi-me dada por uma auxiliar do meu R., a quem perguntei como identificavam as crianças nos passeios escolares. Foi também ela que me forneceu a placa de EVA - gratidão Sr.ª L.).
Talvez fosse excesso de zelo, no entanto os mais velhos perceberam o que fazer caso se perdessem (pedirem auxilio a alguém fardado e mostrar a placa) e, apesar de o mais novo não perceber bem para que servia o colar, pelo menos tinha uma identificação com ele.
No hotel existe igualmente controlo de bagagem e controlo de metais/armas/nem sei bem o que controlavam. Apesar das óbvias vantagens e de compreendermos perfeitamente o porquê, tornava-se um bocado chato quando, acabados de sair do hotel para irmos para a paragem, um dos miúdos se lembrava que tinha de ir até ao wc... ups!
Na disney o esquema é semelhante, mochilas e outros volumes passam no raio-x, pessoas no detector de metais.
No entanto, um dos meus maiores receios era um dos miúdos se perder. São três e nós apenas dois, já se sabe que é fácil distraírem-se e ficarem para trás. Assim, fiz um colar com uma placa com o nome deles e contacto do pai/mãe, com os respectivos indicativos internacionais. A placa fiz redonda e em EVA, onde colei de um lado uma imagem, do outro as informações que pretendia (a ideia de placa redonda foi-me dada por uma auxiliar do meu R., a quem perguntei como identificavam as crianças nos passeios escolares. Foi também ela que me forneceu a placa de EVA - gratidão Sr.ª L.).
Talvez fosse excesso de zelo, no entanto os mais velhos perceberam o que fazer caso se perdessem (pedirem auxilio a alguém fardado e mostrar a placa) e, apesar de o mais novo não perceber bem para que servia o colar, pelo menos tinha uma identificação com ele.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
Parabéns pequeno R.
Recentemente o meu FB mostrou-me as memórias da minha última gravidez. Como é possível ter sido à 3 anos!
E passado uns dias o meu pequeno R. lá celebrou o seu 3º aniversário, com o bolo do faisca, todo contente por ser o centro das atenções.
E nós ficámos com aquela nostalgia do nosso último bebé estar a crescer, orgulhosos de ver os três manos a brincar mas ao mesmo tempo com a lágrima ao canto do olho, o tempo passa depressa de mais...
Ontem foi cortar os seus caracóis, pela primeira vez sentado sozinho na cadeira com o volante (a imitar um carro), ao invés de ficar ao colo da mãe ou do pai...
No domingo tentou vestir-se sozinho, enquanto dizia "já sou grande, já visto sozinho"...
Todos os dias cresce um pouco, conquista novos desafios, vai-se transformando num lindo rapazinho...
Tenho muito orgulho nos meus três filhos e sinto-me grata por os ver crescer!
E passado uns dias o meu pequeno R. lá celebrou o seu 3º aniversário, com o bolo do faisca, todo contente por ser o centro das atenções.
E nós ficámos com aquela nostalgia do nosso último bebé estar a crescer, orgulhosos de ver os três manos a brincar mas ao mesmo tempo com a lágrima ao canto do olho, o tempo passa depressa de mais...
Ontem foi cortar os seus caracóis, pela primeira vez sentado sozinho na cadeira com o volante (a imitar um carro), ao invés de ficar ao colo da mãe ou do pai...
No domingo tentou vestir-se sozinho, enquanto dizia "já sou grande, já visto sozinho"...
Todos os dias cresce um pouco, conquista novos desafios, vai-se transformando num lindo rapazinho...
Tenho muito orgulho nos meus três filhos e sinto-me grata por os ver crescer!
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
O destralhe ao contrário chama-se...
Sustentabilidade!
Foi esta a resposta que me deram num grupo do facebook e na realidade acho que é mesmo a melhor resposta!
Isto a propósito de neste fim-de-semana ter recebido 6 sacos cheios (daqueles das compras) de roupa para os meus rapazes, mais um saco enorme de sapatos.
Foi uma trabalheira separar o que queria (algumas peças já eram demasiado para mim, vão para outra família), separar o que era para já (mais duas máquinas de roupa para fazer) e o que ainda será para o futuro.
Sapatos lavados, estão a secar e ainda vão ser inspeccionados (talvez fique com todos, talvez não).
Tenho um monte de roupa para separar em Z. e R. e guardar em caixas para o próximo ano.
E devo ter algumas peças para limpar de borbotos e reforçar os joelhos. Muito trabalho me aguarda, mas o roupeiro fica bem abastecido!
Grata!
Foi esta a resposta que me deram num grupo do facebook e na realidade acho que é mesmo a melhor resposta!
Isto a propósito de neste fim-de-semana ter recebido 6 sacos cheios (daqueles das compras) de roupa para os meus rapazes, mais um saco enorme de sapatos.
Foi uma trabalheira separar o que queria (algumas peças já eram demasiado para mim, vão para outra família), separar o que era para já (mais duas máquinas de roupa para fazer) e o que ainda será para o futuro.
Sapatos lavados, estão a secar e ainda vão ser inspeccionados (talvez fique com todos, talvez não).
Tenho um monte de roupa para separar em Z. e R. e guardar em caixas para o próximo ano.
E devo ter algumas peças para limpar de borbotos e reforçar os joelhos. Muito trabalho me aguarda, mas o roupeiro fica bem abastecido!
Grata!
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
A Vida Toda - Carolina Deslandes
Só muito recentemente descobri esta música, primeiro a sonoridade, depois a letra.
Estávamos de férias, no bar do empreendimento ouvia-se música, não conseguia perceber a letra, apenas a música entrava no ouvido, transmitia-me calma, paz, amor.
Já em casa voltei a ouvir, desta vez com mais atenção, descubro ser da Carolina Deslandes, que tem outras músicas de que também gosto bastante.
Mas esta, esta toca-me em especial, dá-me vontade de chorar, seja pelo sentimento como é tocada, seja pela mensagem que transmite (ou talvez por outras divagações).
Simplesmente adoro
Parabéns Carolina
A vida Toda - Carolina Deslandes
Quando o nosso filho crescer
Eu vou-lhe dizer
Que te conheci num dia de sol
Que o teu olhar me prendeu
E eu vi o céu
E tudo o que estava ao meu redor
Que pegaste na minha mão
Naquele fim de verão
E me levaste a jantar
Ficaste com o meu coração
E como numa canção
Fizeste-me corar
Ali
Eu soube que era amor para a vida toda
Que era contigo a minha vida toda
Que era um amor para a vida toda. (bis)
Quando ele ficar maior
E quiser saber melhor
Como é que veio ao mundo
Eu vou lhe dizer com amor
Que sonhei ao pormenor
E que era o meu desejo profundo
Que tinhas os olhos em água
Quando cheguei a casa
E te dei a boa nova
E que já era bom ganhou asas
E eu soube de caras
Que era pra vida toda
Ali
Dissemos que era amor para a vida toda
Que era contigo a minha vida toda
Que era um amor para a vida toda. (bis)
Quando ele sair e tiver
A sua mulher
E quiser dividir um tecto
Vamos poder vê-lo crescer
Ser o que quiser
E tomar conta dos nossos netos
Um dia já velhinhos cansados
Sempre lado a lado
Ele vai poder contar
Que os pais tiveram sempre casados
Eternos namorados
E vieram provar
Que ali
Vivemos um amor para a vida toda
Que foi contigo a minha vida toda
Que foi contigo a minha vida toda
Que ali Vivemos um amor para a vida toda
Que foi contigo a minha vida toda
Foi um amor para a vida toda
Foi um amor para a vida toda
Estávamos de férias, no bar do empreendimento ouvia-se música, não conseguia perceber a letra, apenas a música entrava no ouvido, transmitia-me calma, paz, amor.
Já em casa voltei a ouvir, desta vez com mais atenção, descubro ser da Carolina Deslandes, que tem outras músicas de que também gosto bastante.
Mas esta, esta toca-me em especial, dá-me vontade de chorar, seja pelo sentimento como é tocada, seja pela mensagem que transmite (ou talvez por outras divagações).
Simplesmente adoro
Parabéns Carolina
A vida Toda - Carolina Deslandes
Quando o nosso filho crescer
Eu vou-lhe dizer
Que te conheci num dia de sol
Que o teu olhar me prendeu
E eu vi o céu
E tudo o que estava ao meu redor
Que pegaste na minha mão
Naquele fim de verão
E me levaste a jantar
Ficaste com o meu coração
E como numa canção
Fizeste-me corar
Ali
Eu soube que era amor para a vida toda
Que era contigo a minha vida toda
Que era um amor para a vida toda. (bis)
Quando ele ficar maior
E quiser saber melhor
Como é que veio ao mundo
Eu vou lhe dizer com amor
Que sonhei ao pormenor
E que era o meu desejo profundo
Que tinhas os olhos em água
Quando cheguei a casa
E te dei a boa nova
E que já era bom ganhou asas
E eu soube de caras
Que era pra vida toda
Ali
Dissemos que era amor para a vida toda
Que era contigo a minha vida toda
Que era um amor para a vida toda. (bis)
Quando ele sair e tiver
A sua mulher
E quiser dividir um tecto
Vamos poder vê-lo crescer
Ser o que quiser
E tomar conta dos nossos netos
Um dia já velhinhos cansados
Sempre lado a lado
Ele vai poder contar
Que os pais tiveram sempre casados
Eternos namorados
E vieram provar
Que ali
Vivemos um amor para a vida toda
Que foi contigo a minha vida toda
Que foi contigo a minha vida toda
Que ali Vivemos um amor para a vida toda
Que foi contigo a minha vida toda
Foi um amor para a vida toda
Foi um amor para a vida toda
terça-feira, 22 de março de 2016
Gratidão
Quantas vezes nos esquecemos de sermos gratos... a maior parte de nós, na maior parte do tempo, foca-se no negativo, na sombra, quando poderíamos (e deveríamos) prestar mais atenção aos aspectos positivos, ao que nos faz sorrir e agradecer.
Recordo um episódio, era o meu Z. bebé, levei a B. à piscina, no final fiquei algo atrapalhada, ele chorava no carrinho, ela precisava de ajuda para tomar banho e vestir-se... foi quando surgiu quem me ajudasse, a senhora que ajudou a B. a vestir-se, o senhor da recepção que me ficou com o Z. para eu regressar para junto dela... nas vezes seguintes comecei a deixar o Z. na recepção, o que ajudava imenso!
Mais recentemente, fui buscar o R. e o Z. à escolinha, chovia e não tinha chapéu de chuva... mais uma vez tive ajuda, um "avô", emprestou-me o seu chapéu para levar os meninos até ao carro, inclusive quando ia devolvê-lo o mesmo senhor andou até ao meio da rua (apanhando chuva, claro está), para que eu não me molhasse tanto. Uma simpatia.
Resolvi registar estes pequenos atos, pelos quais sou grata, para que nos dias em que a sombra me invada possa recuperar um pouco de luz, só por me lembrar do que senti.
Recordo um episódio, era o meu Z. bebé, levei a B. à piscina, no final fiquei algo atrapalhada, ele chorava no carrinho, ela precisava de ajuda para tomar banho e vestir-se... foi quando surgiu quem me ajudasse, a senhora que ajudou a B. a vestir-se, o senhor da recepção que me ficou com o Z. para eu regressar para junto dela... nas vezes seguintes comecei a deixar o Z. na recepção, o que ajudava imenso!
Mais recentemente, fui buscar o R. e o Z. à escolinha, chovia e não tinha chapéu de chuva... mais uma vez tive ajuda, um "avô", emprestou-me o seu chapéu para levar os meninos até ao carro, inclusive quando ia devolvê-lo o mesmo senhor andou até ao meio da rua (apanhando chuva, claro está), para que eu não me molhasse tanto. Uma simpatia.
Resolvi registar estes pequenos atos, pelos quais sou grata, para que nos dias em que a sombra me invada possa recuperar um pouco de luz, só por me lembrar do que senti.
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